Factos curiosos, e às vezes até interessantes, sobre as Marcas. Essas coisas que passam a vida a tentar seduzir-nos.
Agora na Radar, em 97.8, todas as segundas-feiras, às 7h15, 11h15, 17h15 e 21h30.
Sabe quem compra um quarto das avelãs do mundo?
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A Ferrero compra um quarto da produção de avelãs do mundo, todos os
anos. O destino não será grande surpresa: a produção de Nutella.
Antes de 1959, os kiwis eram conhecidos como “groselha chinesa”. O fruto é originário da China e foi introduzido na Nova Zelândia em 1904, país que o tornou mundialmente famoso. Os produtores neozelandeses resolveram mudar o nome para dissociar o fruto do país comunista, durante a Guerra Fria. O nome kiwi provém da ave nacional neozelandesa. O nome é das variáveis mais importantes na formação da identidade de uma marca e, independentemente da nossa opinião, os produtores neozelandeses mostraram que tinham essa consciência. Não por acaso, a verdade é que, ainda hoje, boa parte das pessoas acha que o fruto é originário da Nova Zelândia. Foto de Lesly Juarez no Unsplash
Devido a um acesso de loucura do Ricardo Guerra, diretor da Radar (e da Oxigénio), este blogue virou rubrica de rádio. Vão poder ouvir-me em 97.8. Às 7h15, 11h15, 17h15 e 21h30, todas as segundas-feiras . Querem pior maneira de começar a semana? Podem ainda acompanhar no site da Radar ( https://radarlisboa.fm/a-vida-pouco-secreta-das-marcas/ ) ou ouvir o podcast no Spotify: Spotify - A Vida Pouco Secreta das Marcas
A garrafa da Coca-Cola é um dos ícones incontornáveis desta marca. Chama-se “Contour” e foi criada em 1915 por Earl Dean, que ganhou um concurso entre engarrafadores americanos da Coca-Cola. A proposta de Earl Dean foi escolhida por cumprir os requisitos: a garrafa devia ser curvilínea e facilmente reconhecível mesmo no escuro ou partida. Há alguns anos, era habitual encontrar-se nas casas de banho públicas pedaços de jornais a fazerem a função de papel higiénico. Lembro-me de alguém me dizer que, se o design de um jornal fosse realmente bom, as pessoas saberiam, independentemente do tamanho do pedaço de papel, a que publicação estavam a limpar o traseiro. No fundo, qualquer uma destas histórias aponta para um fator muito importante na gestão de uma marca: os seus símbolos de identidade devem ser únicos. Foto de Taras Chernus on Unsplash